Cuide de sua Persona Digital
Há algum tempo que a questão do comportamento de usuários nas redes sociais é assunto aqui no blog. Faz-se necessário insistir no fato de que certos tipos de comportamento são inadmissíveis. Não sou profissional de RH, no entanto não há como negar que boas maneiras no mundo virtual são levadas em consideração em processos seletivos. Uma pesquisa Internacional de Mercado de Trabalho, realizada pela empresa de recrutamento Robert Half com 2525 executivos das áreas de finanças e de recursos humanos de 10 países, aponta que, para 44% dos brasileiros entrevistados, aspectos negativos encontrados em redes como Facebook, Twitter e Orkut seriam suficientes para desclassificar um candidato no processo de seleção. “A principal preocupação dessas empresas é constatar que o perfil nesses meios é muito diferente do que foi descrito no currículo”, afirma Ricardo Bevilacqua, diretor da Robert Half para a América Latina. A rede Linkedin também é utilizada para verificar a veracidade das informações apresentadas: observa-se que 46% deles fazem isso sempre, enquanto 43% fazem essa verificação apenas com os candidatos que já foram entrevistados.
Veja mais alguns números da pesquisa:
- 36% das empresas brasileiras analisam, primordialmente, em um currículo, a experiência profissional do candidato;
- 29% delas buscam qualificações profissionais adquiridas em trabalhos anteriores;
- 13% conferem primeiro a formação do candidato;
- 17% afirmam não se deixar influenciar pelas redes sociais;
- 39% dizem que fariam uma entrevista antes de tomar a decisão final.
Quanto aos exageros no currículo:
- 48% dos entrevistados exageram nas responsabilidades que teve no seu trabalho anterior ou atual;
- 46% exageram nas habilidades em idiomas;
- 42% exageram na hora de explicar os reais motivos para deixar seu trabalho anterior / atual;
- Todas as empresas entrevistadas acreditam que os concorrentes mentem em pelo menos um dos quesitos listados.
Fonte: http://virou.gr/kgsFFi
Em uma matéria do Jornal Hoje do dia 19/02/2011 afirma que Bom comportamento nas redes sociais exige discrição e bom senso.
Segundo Lúcio Teles, professor UnB.
“A regra geral que eu diria é a seguinte: faça na web o que você faz no presencial que é aberto a todo mundo”.






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