Monatsarchiv für setembro 2011

 
 

Como Transformar Números em Ação

web analytics

Planejar, definir, medir, analisar, melhorar, tendência do visitante, sites de referência, palavras-chave, visitas, número absoluto de visitantes únicos, visualizações de página, média de visualizações de página, tempo no site, taxa de rejeição e etc. Familiarizado com estes termos?

Qual a importância  conhecer profundamente o Google Analytics para um profissional de mídias sociais? Segundo Alberto Valleconsultor e instrutor de e-commerce e marketing digital da equipe do Curso de E-Commerce, hoje em dia não se consegue imaginar uma campanha de marketing online que não seja minuciosamente monitorada. O gerente de mídias sociais precisa conhecer em detalhes os fundamentos da web análise para poder identificar quais métricas devem ser aplicadas a que tipo de campanha. O erro na escolha de métricas é fatal para qualquer análise.

Quer saber um pouco mais sobre o assunto? Assista a esta excelente apresentação da Avantare.

 

Curso Prático de Mídias Sociais: Experiência e Projeto

 

Redes Sociais

Recentemente, participei do “Curso Prático de Mídias Sociais” com a @missmoura no Igec/Facha. O cu­­rso, dividido em quatro aulas, num total de 16 horas, tem como seu público-alvo estudantes e/ou profissionais de comunicação, marketing, relações públicas, publicidade, propaganda e jornalismo. A @missmoura, Gerente de Mídias Sociais da Casa Digital, Professora da Pós-graduação em Marketing Digital Igec-Facha, nos dá todas as ferramentas necessárias para que possamos criar, planejar, executar e mensurar as ações e campanhas através das mídias sociais. Ao final do curso aprendemos a colocar em prática um projeto de mídias sociais, em formato de vídeo, aprendemos também a divulgá-lo, disseminá-lo e mensurá-lo. O curso é totalmente “mão na massa”, ou seja, esteja preparado para trabalhar muito.

No primeiro dia de curso, após as apresentações e a exposição da parte teórica, o briefing nos foi apresentado, e, com ele, todas as informações que precisávamos para o projeto. Como disse anteriormente, precisávamos criar um projeto com conteúdo audiovisual contra a exposição de intimidade na internet. Nosso público-alvo consistia em indivíduos do sexo feminino, de12 a 25 anos, e nosso objetivo era conscientizá-las sobre o conteúdo que publicam de si mesmas.


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20 Dados interessantes Sobre Mídias Sociais

 

Um de cada nove habitantes do planeta Terra está no Facebook.

As pessoas gastam 700 bilhões de minutos por mês no Facebook.

Cada usuário do Facebook gasta em média 15 horas e 33 minutos por mês no site.

Mais de 250 milhões de usuários acessam o Facebook via “mobile”.

Mais de 2.5 milhões de sites se integraram com o Facebook.

30 bilhões de unidades de conteúdo são compartilhados por mês no Facebok.

300,000 pessoas ajudaram na tradução do facebook para 70 idiomas.

Os usuários do facebook instalam 20 milhões de aplicativos por dia.

O Youtube possui 490 milhões de usuáros únicos que visitam todos os meses.

O Youtube gera 92 bilhões de “pageviews” por mês.

Os usuários do Youtube gastam um total de 2.9  bilhões de horas mês.

O Wikipedia possui 17 milhões de artigos.

O Wikipedia possui mais de 91.000 autores.

Os usuários do Flickr carregam 3000 imagens por minuto.

O Flickr hospeda mais de 5 bilhões de imagens.

O Twitter gera 190 milhões de tuites por dia (dados de maio de 2011).

1.6 bi de buscas por dia são feitas no Twitter.

500.000 novos usuários ingressam no Twitter por dia.

Google + chegou aos 25 milhões de usuários.

Google + foi a rede social que chegou a marca dos 10 milhões de usuários mais rapidamente – 16 dias; o  twitter levou 780 dias e o Facebook 852 dias.

Fonte: Jeff Bullas

 

 

O que você faria se uma marca que você segue fizesse algo que você não concordasse?

Deixaria de segui-la nas redes sociais?

Faria das redes sociais seu canal de reclamação?

Enviaria e-mail para todos os seus contatos?

Deixaria de comprar aquele produto ou comprar naquela loja?

Não faria nada?

Crise nas Mídias Sociais

As pessoas que reclamam nas redes sociais muitas vezes não são consumidores das empresas que criticam, portanto não é fácil mensurar o quanto uma marca ficou arranhada depois de um “mega buzz” negativo no Twitter, por exemplo. Segundo o consultor José Roberto Martins, da GlobalBrands. “Os internautas podem incomodar, mas ainda não têm poder de destruir marcas nas redes sociais”.

Vamos lembrar por alto, quatro casos recentes que foram muito comentados nas redes sociais:

Caso Brastemp

O consumidor  @oboreli, fez um vídeo sobre o tratamento que recebeu da empresa depois de ficar 90 dias sem sua geladeira em casa, mesmo depois de ter chamado a assistência técnica inúmeras vezes. Ele criou um vídeo no Youtube que já foi visto por quase um milhão de pessoas. O caso foi resolvido através de um comunicado oficial.   Será que a Brastemp deixou de ser uma Brastemp?

Caso Renault

No caso da Renault, a consumidora criou um site e perfis  no twitter e facebook para demonstrar sua indgnação após a compra de um carro que apresentou falhas e ficou parado por quatro anos. A consumidora levou o carro a várias concessionárias, e ele voltava apresentando os mesmos problemas. A Renault fez um acordo com a consumidora.

Caso Arezzo

A marca decidiu por fim na Pelemania, coleção baseada em peles de animais. Ecologicamente incorreta, a coleção se tornou alvo de críticas ferrenhas nas redes sociais, especialmente no Twitter.

Caso Zara

No dia 26 de julho, fiscais do Ministério do Trabalho encontraram 14 trabalhadores bolivianos e um peruano em situação análoga à escravidão em duas confecções na zona norte de São Paulo.

Qual seria a melhor solução para estes casos? Segundo especialistas, não há uma receita padrão para gerenciamento de crises nas mídias sociais, entretanto, algumas atitudes podem fortalecer ou minimizar o desgaste de uma marca. São elas:

Twitter não é SAC

Além das críticas a campanhas das empresas, muitos consumidores têm usado as redes sociais para tornar pública sua insatisfação com produtos ou serviços. “Tentar solucionar questões individuais no Twitter ou no Facebook é um erro comum das empresas”, afirma Abbott. As companhias que utilizam essa estratégia passam ao cliente a imagem de que seus problemas se resolverão nas mídias sociais, o que incentiva novas reclamações.

A tendência das empresas que atuam desta forma é que seus perfis em redes sociais se tornem um canal do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), o que tende a afastar o cliente que segue o Twitter da empresa para se informar sobre novidades.

Tirar a discussão da rede

As empresas não devem ignorar o cliente que reclama de falhas em produtos e serviços. Mas a resposta, preferencialmente, dever ser feita fora das redes sociais. As companhias podem formar uma equipe para identificar e contatar esses clientes por telefone ou email. A estratégia visa atender o cliente sem que o problema seja divulgado para outros consumidores que seguem a empresa nas mídias sociais.

“A repercussão é maior quando a informação passa pelo Twitter da empresa. Em geral, os perfis corporativos têm mais seguidores do que o de pessoas físicas”, diz o consultor da Dinamize.

Quando a empresa não localiza um contato do cliente, deve responder na própria rede social onde foi criticado. A recomendação é encaminhar uma mensagem sucinta, sem relatar o problema, com a indicação de um canal de atendimento para o cliente entrar em contato.

O problema é offline

Se o canal de atendimento ao consumidor da companhia for ineficiente, a eficácia de uma boa gestão das redes sociais é limitada. O cliente que reclama no SAC e não é bem atendido tende a voltar a usar as mídias sociais para dar continuidade à sua reclamação. Assim, a primeira lição é conquistar a eficiência offline.

Fonte: IG Economia

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Dados fornecidos hoje, pelo site Social Bakers.

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