O post foi baseado em uma ótima dica da minha professora @missmoura via Twitter, assim como ela, eu #curti também, por isto, resolvi publicar aqui.
Curioso como sou, fui checar do que se tratava e, claro, criei meu perfil por lá também! O site chama-se Visualize.me. Ele extrai suas informações do Linkedin e as transforma em um infográfico. Pelo que pude observar, todas as informações são editáveis, apenas não descobri ainda, se à medida que atualizarmos o linkedin , as informações serão atualizadas automaticamente no Visualize.me também.
O Google analisa durante o ano, os maiores eventos, notícias e pessoas digitadas, estudando bilhões de consultas feitas em sua página. O Google insights é uma das principais fontes de pesquisa, também são filtrados o que é spam e consultas repetidas para desenvolver uma lista bem apurada.
Já ouviu os termos: Globalização, Sociedade da Informação e Revolução? São termos usados para denominar o momento de transição que vivenciamos da sociedade industrial para a sociedade do conhecimento.
Vivemos hoje em uma sociedade cuja maior característica são as transformações constantes: transformações na maneira como as pessoas se relacionam, na economia, nas formas de poder, nos meios de interagir, nas redes sociais.
Você fica tonto com tanta informação ou procura selecionar? Acha que resta tempo para o conhecimento? Será que as pessoas estão realmente preocupadas com o conhecimento? Será que a sociedade ainda vê com bons olhos aqueles que andam pelas ruas com três celulares na mão, tablet, conectados o tempo todo? Uma pessoa que fica constantemente depois do expediente é vista como aquela que veste a camisa da empresa ou como uma pessoa não produtiva, ou seja, que precisa ficar fazendo hora extra para dar conta do seu serviço?
A quantidade de informação ainda faz a diferença? Você fica preocupado com a quantidade de tuites que perde por dia?
O uso de redes sociais pode ser benéfico quando possibilita:
Aprendizado;
interação social ou profissional;
criação de rede de contatos;
exposição positiva de imagem;
divulgação de trabalhos;
conhecimentos;
produtos ou idéias;
troca de opiniões e compartilhamento de diferentes visões sobre um mesmo tema;
mobilização social.
Entretanto, seu uso de forma indevida pode gerar exposição demasiada ou negativa de imagem, compulsão, redução na produtividade quando utilizado em demasia durante a jornada de trabalho e até facilitar crimes como pedofilia e estelionato.
Assista a entrevista com o coordenador do Crie – COPPE/UFRJ, Prof. Marcos Cavalcanti sobre o tempo na sociedade do conhecimento, no Programa Sem Censura exibido pela TV BRASIL (primeira parte de um total de três partes) e saiba mais sobre o assunto.
No vídeo abaixo a WMcCann apresenta o segundo estudo sobre a Classe C, focado no uso que esse segmento socioeconômico faz da internet.
O governo brasileiro divulgou o novo retrato da classe média brasileira. Na última década, 31 milhões de pessoas entraram na nova classe C. Atualmente, cerca de 95 milhões fazem parte dela. Vejamos alguns dados interessantes:
Os 94,9 milhões de brasileiros que compõem a nova classe média corresponde a 50,5% da população – ela é dominante do ponto de vista eleitoral e do ponto de vista econômico. Detêm 46,24% do poder de compra (dados 2009) e supera as classes A e B (44,12%) e D e E (9,65%). (Neri).
A classe C em 1992 era composta por 34,96% da população. Em 2009 chegou a 50,5% (dados para 2010 apontam cerca de 52%).
A nova classe média não deseja o estilo de vida das elites e prefere produtos que valorizam a sua origem. (Meirelles)
79% da nova classe média confiam mais nas recomendações de parentes que na propaganda da TV.
Eleitores da classe C por região: N = 4%; NE = 22,6%; CO = 7,8%; SE = 48,2%; S= 17,4%
Segundo pesquisa da Fractal, a nova classe média deseja cultivar respeito próprio (99,2%), ser respeitada pelos outros (99,1%), ter segurança para viver (99,1%), desfrutar da vida (98,5%), sentir que alcançou as aspirações (98,2%).
De acordo com dados do instituto de pesquisa Data Popular, a classe C é responsável por 78% do que é comprado em supermercados, 60% das mulheres que vão a salões de beleza, 70% dos cartões de crédito no Brasil e 80% das pessoas que acessam a internet. “A nova classe média movimenta R$ 273 bilhões na internet por ano somente com seu salário, se considerarmos o crédito disponível à ela, esse montante dobra”.
Chamada de “nova classe média” a classe C passou a englobar mais da metade dos brasileiros pela primeira vez em 2011. São 32 milhões de pessoas com idade entre 12 e 64 anos, nas principais regiões metropolitanas de todo o Brasil, sendo 20% na classe C1 e 30% na classe C2.
Classe de renda em 2009: População: 182 milhões
Classe Baixa: 61 milhões (34% da população)
Classe Média: 95 milhões (52% da população)
Classe Alta: 26 milhões (14% da população)
NO BRASIL: Características Regionais
Região Norte, 44% na classe baixa, 47% na média e 9% na alta.
Região Nordeste, 56% na classe baixa, 38% na média e 6% na alta.
Região Sudeste, 22% na classe baixa, 59% na média e 18% na alta.
Região Sul, 20% na classe baixa, 60% na média e 19% na alta.
Região Centro-Oeste, 27% na classe baixa, 56% na média e 17% na alta.
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